sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Sexta-Feira, 30 de Janeiro

 "Se, porém, andarmos na luz como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." (1 João 1.7)

Certa vez, quando me encontrava sobre o Atlântico voando para casa após uma série de conferências nos Estados Unidos, notei claramente: quando se voa da América para a Europa, vamos em direção à luz, uma vez que, no continente europeu, onde vivo, o dia amanhece sete horas antes. Durante o voo, notei de repente que deixávamos para trás a escuridão, negra como betume, e voávamos diretamente para dentro da luz do dia.

Espiritualmente, como é importante para um filho de Deus que seu caminho vá em direção à luz e não em sentido contrário! E é igualmente importante na sua e na minha vida de fé que fujamos da escuridão. "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor." Fuja da escuridão! O Senhor fala que Seu servo Jó "se desvia do mal". Este é um segredo da vitória: escapar e fugir do mal e se colocar na presença do Senhor Jesus, que a tudo ilumina. Apresse-se em direção à luz! Fuja da escuridão, pois o Senhor em breve virá!

Wim Malgo

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Quinta-Feira, 29 De Janeiro

 As iniquidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo. (Isaías 53:11‑12)

Com Ele, todas as coisas


Essas repetidas referências proféticas da obra expiatória de Cristo acaso não indicam quão preciosa Sua morte é aos olhos de Deus e como Sua intercessão pelos transgressores estava de acordo com os próprios pensamentos de Deus? Deus foi perfeitamente glorificado do modo mais elevado possível; isto nos capacita a entender a promessa: “Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo”. Depois de o Justo ter atingido a glória através do sofrimento e da vergonha, Ele recebe a recompensa do trabalho da sua alma.

O versículo 12 chama a nossa atenção para o futuro. Vemos o Senhor como o Leão da Tribo de Judá, o poderoso Conquistador de Seus inimigos. Aqui nos são descritos acontecimentos como os que ocorrem após uma vitória na batalha. Do mesmo modo como Deus uma vez fez grande o nome de Davi, “como o nome dos grandes que estão na terra” (1 Crônicas 17:8), o Senhor, igualmente, um dia repartirá os despojos, como fazem os grandes e poderosos vencedores.

Com sincera gratidão e em jubilosa expectativa, nós agora sabemos que todos que o Pai tem dado a Ele estão entre os que possuirão a sua porção na glória de Seu reino. Estes já foram uma vez insignificantes e desprezados, mas depois reinarão em grande majestade com Aquele que o Pai elevou à Sua destra, dando-Lhe glória e honra. Aqueles que foram testemunhas de Sua graça serão testemunhas de Sua glória como Seus seguidores, e isto quando Ele vier trazer juízo (veja Apocalipse 19:14). E herdarão todas as coisas com Ele.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 16:13-30 · Lucas 7:18-23

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Quarta-Feira, 28 de Janeiro

 "Cantai de júbilo a Deus, força nossa; celebrai o Deus de Jacó. Salmodiai e fazei soar o tamboril, a suave harpa com o saltério." (Salmo 81.1-2)

A Palavra de Deus é tão atemporal, tão próxima da realidade atual porque é a Palavra eterna para todos os tempos. Na passagem acima, o povo de Israel é conclamado a se alegrar, a cantar e a tocar todo tipo de instrumentos. Existem inúmeras passagens bíblicas que fazem o povo se recordar da libertação que Deus lhes deu. No Salmo 81.7, o Senhor lembra o Seu povo de como Ele ouve orações: "Clamaste na angústia e te livrei; do recôndito do trovão eu te respondi, e te experimentei junto às águas de Meribá."

Por que o Senhor nos lembra continuamente de coisas passadas? Por que Ele ordenou a Israel que contasse aos filhos e aos filhos dos filhos Suas obras maravilhosas e mandou escrever Seus mandamentos nos umbrais das casas? Exatamente por que Ele sabe o quanto somos esquecidos. E é por esta razão que Deus recorda Seu povo de que Ele ouve orações. A realidade de que não oramos muito mais do que o fazemos é uma prova de que somos esquecidos e que relaxamos, e aí o inimigo ainda consegue nos enganar. Mas o Senhor quer ouvir e responder agora às nossas orações porque Ele é o Eterno e Imutável. Ele ouve o clamor dos justos e faz aquilo que desejam os que temem a Deus.

Wim Malgo

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Terça-Feira, 27 De Janeiro

 Folgo com a tua palavra, como aquele que acha um grande despojo. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. (Salmo 119:162; Mateus 24:35)

MAIS PRECIOSO DO QUE OURO


Louise viveu toda a sua vida na cidade, muito modestamente. Agora era uma viúva idosa, e ela teve que se mudar para um apartamento no sótão. Um dia ela notou um lugar retangular, ligeiramente afundado na parede. Poderia ser um esconderijo? Ela bateu na parede: parecia oco. Poderia ser que algum tesouro estivesse escondido lá? Intrigada, ela conseguiu abrir o esconderijo. Para sua grande decepção, ela apenas encontrou um livro velho e empoeirado em vez do dinheiro ou ouro que esperava. Ela não demonstrou o menor interesse em seu achado e estava prestes a descartá-lo, quando teve a ideia de que poderia haver alguns documentos valiosos entre as páginas. Mas não existia tal coisa. Por que alguém deveria esconder aquele livro com tanto cuidado? Sua curiosidade foi despertada. Ela começou a ler e continuou até tarde da noite. Era uma velha Bíblia da época da perseguição aos huguenotes*. Louise frequentava a igreja, mas até então as Sagradas Escrituras eram desconhecidas para ela. No dia seguinte, ela abriu novamente o Livro antigo e logo reconheceu que realmente havia descoberto um tesouro. Aos poucos sua vida foi transformada pela Palavra eterna. Louise estava cheia de alegria e gratidão. Incontáveis cristãos foram, e ainda são presos por possuírem uma Bíblia. Qual a estima que temos por esse Livro hoje?

* Cristãos, protestantes, muito perseguidos e mortos na França no século XVI

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 15:17-27 · Lucas 7:1-10

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Segunda-Feira, 26 de Janeiro

 "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." (João 11.25)

Que maravilhosa promessa para filhos de Deus! O cristão vive na eternidade, pois ele tem a vida eterna dentro de si. Quando ele fechar seus olhos aqui na terra, "não verá a morte", conforme a afirmação e a promessa do Senhor Jesus. Só Jesus Cristo tem o poder de ignorar a morte como se ela não existisse. Sobre a filhinha de Jairo, Jesus disse: "...não está morta a menina, mas dorme"; e a respeito de Lázaro, Seu amigo que havia falecido, Jesus disse: "Nosso amigo Lázaro adormeceu." Paulo diz que estão dormindo os crentes renascidos que esperam pelo arrebatamento, mas não estão mais sobre a terra. Isso significa que, quanto à sua existência terrena, eles dormem, mas estão vivos diante do trono de Deus. Jesus Cristo nos garantiu isso com Sua ressurreição. "Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão?" Jesus Cristo realmente ressuscitou, então podemos dizer que, quando um filho de Deus falece, tal pessoa não morreu; mas vive no paraíso em felicidade inexprimível.

Wim Malgo

domingo, 25 de janeiro de 2026

Domingo, 25 de Janeiro

 Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. (Mateus 5:44)

Vingança surpreendente


Em uma ilha no Oceano Pacífico, um nativo que se tornara cristão, adotou o nome bíblico de Sofonias. Um dia, quando estava falando com um vizinho acerca do seu Salvador, um pagão da aldeia, que aderira fortemente às crenças ancestrais de sua tribo, ficou furioso, pegou uma panela de barro e bateu com tanta violência na cabeça de Sofonias que ela se despedaçou. Sofonias retirou-se para sua cabana sem dizer uma palavra. Em uma parede interna estava pendurado seu taco, que ele podia arremessar de forma magistral. Furioso, Sofonias quase cedeu ao desejo de vingança. Mas naquele momento ele viu seu Novo Testamento. Ele o abriu e leu as palavras que o Senhor Jesus havia falado na montanha: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus” e “Amai os vossos inimigos” (Mateus 5:10 e 44).

Desejando viver de acordo com essas palavras, ele orou para que o Senhor lhe concedesse forças para isso. Sofonias logo percebeu como deveria agir nessa situação: levou uma panela de barro nova para aquele que o maltratou. Este último ficou tão estupefato e impressionado com uma vingança desse tipo que, em troca, deu-lhe um valioso osso de baleia como presente. Quando soube por que Sofonias havia reagido dessa maneira, prontamente permitiu que ele lesse alguns textos do livro que continham ensinamentos tão surpreendentes.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 14:15-31 · Lucas 6:31-38

sábado, 24 de janeiro de 2026

Sábado, 24 de Janeiro

 "...E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as cousas, quer sobre a terra, quer nos céus." (Colossenses 1.20)

O mundo todo se encontra em oposição a Israel porque foi lá que Deus fez a paz através do sangue de Jesus Cristo na cruz do Calvário. Ele é a nossa paz! Essa é, em última análise, a razão por que o mundo rejeita Israel e diz não ao Filho de Deus que veio e que voltará, e diz não à paz que vem de Deus. Pois Jesus não é apenas a nossa paz, Ele também é a luz do mundo. Paz sem luz não existe. Em Jesus Cristo se reúnem a Palavra, a luz e a paz. Ele é a Palavra que se fez carne. Ele é a luz. Ele é a nossa paz. "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos."

A Palavra nos ilumina e nos corrige, e é dessa maneira que conseguimos chegar à cruz do Calvário. É ali que, à luz da Palavra de Deus, através do sangue do Cordeiro, somos purificados de todos os nossos pecados, e assim a paz de Deus enche o nosso coração. Ao nosso redor, a tempestade continuará a rugir, mas em meio à fúria da tempestade podemos estar transbordantes da paz de Deus!

Wim Malgo

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Sexta-Feira, 23 De Janeiro

 Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. (Filipenses 1:21)

PERDA DE TEMPO?


Dois pacientes estavam no mesmo quarto de hospital: um era um jovem na casa dos vinte anos, sofrendo de graves problemas cardíacos, o outro era um senhor idoso que já não viveria muito. Este tentou consolar seu jovem companheiro, dizendo-lhe: “Agora estou com setenta. Tive muito tempo para considerar o passado e refletir sobre a questão em minha mente. Posso assegurar-lhe que não é tão importante morrer aos vinte ou setenta anos. A vida simplesmente não vale a pena ser vivida”. Essas palavras revelam apenas um profundo desapontamento!

Estando na prisão em Roma, o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos em Filipos em um tom muito diferente. Sua preocupação não era permanecer vivo para continuar servindo a Cristo na terra, ou morrer e estar com Cristo na glória. Sua preocupação era honrar Jesus Cristo, seu Senhor, seja pela vida ou pela morte. Sua vida foi de realização. Se a vida de Paulo fosse poupada, ele continuaria servindo a Cristo, mesmo na prisão, se necessário. Para ele, isso valia a pena.

O tempo disponível para os cristãos servirem e honrarem seu Mestre, Jesus Cristo, é inestimável. E, de todas as nossas atividades diárias, as únicas coisas que contam para Deus e para a eternidade é o que foi feito por Ele. Perdemos tempo? Há anos, ou mesmo décadas, que nos deixam insatisfeitos? Se vivemos nossa vida com Cristo, não pode ser assim!

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 13:11-22 · Lucas 6:12-19

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Quinta-Feira, 22 de Janeiro

 "Porque o meu povo é inclinado a desviar-se de mim; se é concitado a dirigir-se acima, ninguém o faz." (Oséias 11.7)

Por que será que são tão poucos os cristãos que realmente levam uma vida do jeito que Deus quer? Em primeiro lugar, a conhecida preguiça espiritual é um dos empecilhos. Você não acompanha o ritmo do Senhor, mesmo sabendo que deveria andar e viver com Ele. Você fica para trás, é indolente e remisso na oração e em sua disposição para o ministério, e assim é interrompida a ligação orgânica com o Senhor Jesus. Distúrbios espirituais são o resultado disso. Em Hebreus 12.3 somos conclamados a não desmaiarmos, não ficarmos fatigados e cansados em nosso ânimo. O resultado dessa canseira espiritual é que nos tornamos insensíveis e apáticos para com a Palavra de Deus. Por isso o Senhor lamenta em Isaías 42.20: "Tu vês muitas coisas, mas não as observas; ainda que tens os ouvidos abertos, nada ouves." Essas palavras muito enérgicas ilustram a preguiça espiritual. Acordemos! Em 2 Pedro 1.3 temos a promessa de que nos foram dadas as melhores condições para que possamos viver da maneira que agrada a Deus: "Visto como pelo seu divino poder nos têm sido doadas todas as cousas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude."

Wim Malgo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Quarta-Feira, 21 De Janeiro

 O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. (Eclesiastes 1:9)

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE ECLESIASTES (Leia Eclesiastes 1:1‑18)


O livro de Eclesiastes pode ser resumido nestas palavras do Senhor Jesus: “Quem beber desta água tornará a ter sede” (João 4:13). O poço de Sicar é uma figura de um mundo árido e enganoso no qual não se pode encontrar nenhuma felicidade duradoura. A maioria das pessoas é como aquela mulher samaritana. Elas estão prontas para receber a água viva, o dom gratuito do Filho de Deus, mas só depois de descobrir por experiência própria que “a água” deste mundo não pode de modo algum saciar a sede de sua alma (comp. Jeremias 2:13).

O Pregador tinha experimentado isso, e sua experiência está registrada neste livro para nos ajudar a evitar a mesma decepção. Esta é a experiência de alguém que, por causa de sua grandeza e sabedoria, estava mais qualificado a esquadrinhar e a se informar “de tudo quanto sucede debaixo do céu” (v. 13). O Pregador não é outro senão o próprio Salomão, rei de Jerusalém, cujo testemunho de que “nada há, pois, novo debaixo do sol”, ainda tem o mesmo peso. É verdade que muitas coisas não têm a mesma aparência exterior, mas o coração humano continua exatamente o mesmo, e as consequências do pecado ainda estão aqui: “Aquilo que é torto não se pode endireitar; e o que falta não se pode calcular” (v. 15).

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 12:29-42 · Lucas 5:27-39

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Terça-Feira 20 de Janeiro

 "Assim também agora vós tendes tristeza, mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. Naquele dia nada me perguntareis." (João 16.22-23)

Por que não recebemos resposta de certas perguntas que fazemos em oração? Porque Deus nos ama, porque tem grandes planos para cada um de nós e porque Ele quer fazer coisas grandiosas através de nós, assim como Ele fez através de Jesus. Devemos ter a coragem de dar glória a Deus quando Ele silencia. É nessas horas que deveríamos nos agarrar com mais firmeza na convicção de que quando Deus se cala é porque Ele nos ama! Não importa que não consigamos entender o Seu amor. Um dia vamos entendê-lo. Quando vermos a Jesus como Ele é, todas as nossas perguntas e questionamentos estarão satisfeitos. Quando O vermos como Ele é, cobriremos nosso rosto com as mãos e nos prostraremos diante d'Ele em adoração, dizendo: "" Senhor, eu nem imaginava que Tu eras tão bom para comigo! Perdoa meus questionamentos rebeldes e minhas súplicas insistentes." Aquilo que o Senhor Jesus disse realmente se cumprirá: "Naquele dia nada me perguntareis." Dobre seus joelhos e não fique perguntando por que e para quê. Certas perguntas você nunca poderá responder a fundo, pois a resposta se encontra guardada no amor insondável e especial do Senhor para com você.

Wim Malgo

 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Segunda-Feira, 19 de Janeiro

 "Evita discussões insensatas, genealogias, e contendas, e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis." (Tito 3.9)

Existem os que duvidam de tudo e existem aqueles que procuram a verdade. Há filhos de Deus que não conseguem entender certas questões angustiantes e não encontram resposta para elas. Tenho certeza de que entre os meus leitores há aqueles que já clamaram muitas vezes: ""! Senhor, por que justamente eu?" E Deus se cala! Mas por que Ele não lhe responde? Porque Ele ama você! Pois está escrito: "...calar-se-á por seu amor." (ERC). O Filho de Deus bradou na cruz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Mas Deus se calou. Por que Ele se calou? Não era Seu Filho amado que se encontrava naquela cruz, padecendo debaixo do pesado fardo de pecados do mundo todo? Mas Deus nada respondeu. Por quê? Por amor a você e a mim! O autor de Cantares exclama: "...o amor é forte como a morte." Deus amou tanto a Seu Filho que chegou a bradar do céu: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo: a ele ouvi!" Jesus Cristo teve de experimentar o distanciamento de Deus por amor a você e a mim, e quando Jesus clamou ao Pai, Deus se calou. Por quê? Repito mais uma vez: porque Ele muito lhe amou! Esse amor foi mais forte que a morte de Seu Filho.

Wim Malgo

domingo, 18 de janeiro de 2026

Domingo, 18 de Janeiro

 "O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo." (1 Tessalonicenses 5.23)

A santificação do filho de Deus é tão importante ao ponto de o próprio Deus trino se empenhar por ela. No que diz respeito a Deus, o Pai, em 1 Tessalonicenses está escrito: "Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação..." Portanto, quem rejeita a santificação, está resistindo à vontade de Deus, e entra em crise. Santificação também é um impulso do Espírito Santo, pois Romanos 1.4 diz: "...segundo o espírito de santidade." E o Filho, Jesus Cristo, abriu para nós o caminho da santificação quando pediu na oração sacerdotal: "E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade." Como a santificação deve ser importante e decisiva para um cristão, se Deus – o Pai, Deus – o Filho, e Deus – o Espírito Santo se empenham por ela! É isso o que Pedro quer dizer quando fala: "...eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas!"

Wim Malgo

sábado, 17 de janeiro de 2026

Sábado, 17 de Janero,

 

O dilema da realidade

A noção segundo a qual todos os conceitos de verdade são igualmente válidos e, com isso, indiferentes, não é viável na vida diária. Em diagnósticos médicos damos valor a que sejam objetivos e não equivocados. A hora de chegada do trem indicada na planilha de horários ou está certa ou errada. Portanto, na realidade, nos atemos à noção clássica de verdade, segundo a qual a questão e a declaração a respeito devem coincidir. Se, por exemplo, o banco cometer um erro desfavorável a nós no extrato da conta, não diremos: “Bem, o banco enxerga isso dessa maneira – eu vejo diferente – cada um tem o direito de ver a questão do modo como quer”. O conceito pós-moderno de verdade não é sustentável na vida diária.

O dilema lógico

Numa expressão bem concreta, o pós-modernismo requer o “relativismo absoluto” (a única verdade é que não existe verdade objetiva) – o que consiste numa contradição em seus próprios termos. Qualquer outra (!) reivindicação objetiva de verdade é categoricamente proibida. Por isso, cabe observar que o pós-modernismo não é tão tolerante e pluralista como pretende ser e como sua sistemática nem permite que seja. Ele exige que eu reconheça por princípio que a afirmação do outro tem os mesmos direitos e é igualmente verdadeira!

O dilema ético

O pós-modernismo é incapaz de fundamentar uma orientação ética sustentável e vinculativa. A prática do pós-modernismo consolida o direito do mais forte. Se não existir alguma instância referencial (autoridade, verdade) reconhecida por todos (por governantes e governados, empregadores e empregados, pais e filhos), o poder predominará sobre o direito. Nesse caso, a elite do poder ou do dinheiro determinará a “verdade” que deve ser aceita – e não existe chance de cobrar dela reivindicações superiores, até transcendentais. A lei que vale é: o mais forte sobreviverá – e só ele.

O dilema religioso

O pós-modernismo não impõe apenas manter em aberto questões de comportamento, mas ele também não é capaz de resolver de modo fundamentado questões de sentido e existência mais abrangentes e oferecer certezas: questões referentes ao sentido último da existência humana, da origem e do futuro do homem, da existência de Deus, do sofrimento e da morte. Nesses aspectos, o pós-modernismo precisa forçosamente renunciar a qualquer resposta. Mais: precisa declarar a impossibilidade de qualquer resposta confiável e convincente a essa questão. O mais tardar, quando formos atingidos pessoalmente, isso torna-se mais do que um problema filosófico.

Com isso citamos as áreas problemáticas diretamente vinculadas à noção pós-moderna de verdade. Elas definem o dilema dessa cosmovisão.

Existe, porém, uma posição contrária ao pós-modernismo que não se perde nesses becos descritos acima: a noção cristã de verdade. A tese cristã básica diz que existe uma verdade reconhecível e definitivamente válida. A fé cristã (e o pensamento determinado por ela) baseia-se numa exigente noção geral de verdade não sujeita às variações dos tempos. Essa noção de verdade garante a dignidade de cada ser humano e ao mesmo tempo leva em conta sua culpabilidade e a degradação da sua existência. A verdade de Deus desmascara e supera nossa desgraça.

A fonte da verdade cristã

Ela está documentada por escrito na Bíblia, que por si mesma reivindica ser Palavra de Deus válida e isenta de equívocos (2Timóteo 3.16). É de conhecimento geral que, desde o Iluminismo, a autoridade objetiva da Bíblia, inclusive a confiabilidade de suas declarações históricas, vem sendo continuamente questionada e posta em dúvida (é claro que as raízes da crítica bíblica são ainda mais antigas). Isso impediu a muitos o acesso a esse livro, já que – compreensivelmente – não querem confiar sua vida a um documento de confiabilidade duvidosa. No entanto, a quantidade e qualidade dos manuscritos hebraicos e gregos já encontrados oferecem um texto excelentemente documentado, tanto para o Antigo como para o Novo Testamento. Muitas localidades e localizações citadas no Antigo e no Novo Testamento – que ao longo do tempo os críticos da Bíblia questionaram como sendo ficção – foram entrementes trazidas publicamente à luz pela arqueologia. Um outro indício da confiabilidade da Bíblia é sua admirável unidade de conteúdo. Embora esse documento tenha sido redigido ao longo de mais de 1 500 anos pela mão de aproximadamente quarenta autores muito diferentes entre si, ela oferece uma complexa metanarrativa de toda a história da humanidade. O teólogo Karl Heim teve bons motivos para enfatizar em sua retrospectiva de vida que não conseguia “imaginar um livro mais coerente do que a Bíblia”.

Quem abordar a Bíblia sem preconceitos ideológicos terá boas chances de ser convencido da sua autenticidade. Todavia, a questão-chave para a credibilidade do modelo cristão encontra-se em sua reivindicação mais ampla: na pessoa de Jesus Cristo. 

A autenticação da verdade cristã

Jesus Cristo diz de si mesmo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6). Isso implica nada menos que uma reivindicação plena: o destino de cada ser humano é decidido por sua posição em relação à pessoa de Jesus Cristo. Ele reivindica a verdade ilimitada e declarações definitivas. O núcleo da fé cristã é a fé na pessoa de Jesus Cristo. Por isso, quem quiser questionar a credibilidade do modelo cristão, precisa questionar acima de tudo a credibilidade de Jesus Cristo e suas reivindicações.

Existe uma data na história em que essa credibilidade foi submetida a um teste definitivo e radical (nenhum fundador de alguma religião teve alguma vez de passar por um teste como esse). Trata-se daquele dia em que Jesus foi executado diante dos portões de Jerusalém. Segundo sua própria declaração, ele morreu para tomar sobre si a pena que nós humanos merecíamos da parte de um Deus justo e santo. Ele lança sua vida no prato da balança para expiar nossa descrença e ignorância diante do nosso Criador. Ele morre em nosso lugar. Naquela ocasião, Jerusalém encarou uma questão dramática: seria legítima ou pretensa a reivindicação com a qual Jesus se apresentou? (Aqui se aplica a noção clássica de verdade: trata-se da coerência entre declarações e fatos). E então, na manhã do domingo de Páscoa, aconteceu o que ninguém esperava, principalmente seus próprios seguidores: Jesus revelou ser vencedor sobre a morte. O túmulo realmente estava vazio – não só figurada, mas efetivamente. Os indícios foram claros. A eles se acrescentam testemunhas a quem Jesus se apresentou – e cuja credibilidade é tanto maior quanto mais esperavam justamente o oposto daquilo que de fato ocorreu.

O que diz a verdade bíblica sobre o ser humano? Ela nos confronta com uma constatação tensa. Todo ser humano é criatura de Deus – e por isso seu direito à vida é intocável. Portanto, essa dignidade humana não se fundamenta no próprio homem, mas em sua relação com Deus – e justamente por isso é imperdível. Ela se aplica a cada indivíduo, não importando se jovem ou idoso, sadio ou enfermo, forte ou fraco, consciente ou inconsciente (seja “ainda” inconsciente no ventre materno, seja “não mais” consciente na UTI).

A outra face da constatação tensa desmascara o ser humano: aquele que recebeu de Deus sua inalienável dignidade emancipou-se do seu Criador. Essencialmente, ele quer levar sua vida sem Deus, de forma autodeterminada, segundo suas próprias ideias e sua própria “verdade”. Portanto, o foco natural do nosso coração tem a marca do pós-modernismo.

Assim, antes que o homem se tornasse inimigo do seu semelhante, tornou-se inimigo de Deus. Não que lutasse contra Deus de forma abertamente rebelde – geralmente essa inimizade se expressa em ignorar o Criador, recusando-lhe a reverência e dedicação que lhe competem. Assim a criatura tornou-se pecadora. Ela, porém, continua sendo criatura, mantém sua dignidade e não pode ser discriminada pelo homem. Ainda assim, sua situação é séria diante do Deus santo. Por ser santo, ele não pode tolerar o pecado. Por isso, Deus enviou seu Filho Jesus Cristo a este mundo intoxicado pelo pecado. Sua principal incumbência ficou definida desde o início: ele morreria na cruz para assumir o castigo que nós mereceríamos em razão da nossa culpa. A partir daí vale que o pecador que crer em Jesus, dirigindo-se a ele em oração na busca por ajuda e pedindo seu perdão, é absolvido por Deus, recebendo perdão e, com o perdão, a promessa da vida eterna. Jesus Cristo resumiu essa verdade em uma frase famosa: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).

  • Wolfgang Nestvogel (Ph.D., FAU Erlangen-Nürnberg) é um pastor luterano. Também serviu como professor em diversos seminários e autor de livros. Casado com Patricia, tem dois filhos.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Sexta-Feira, 16 De Janeiro

 Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo as entranhas; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações. (Jeremias 17:9‑10)

UM NOVO COMEÇO, UMA NOVA VIDA


Ao contrário da crença da maioria das pessoas, os maiores problemas da humanidade não estão nos campos da política, economia, sociedade ou ecologia, mas na esfera da moralidade. Se não houvesse egoísmo no mundo, se as pessoas não mentissem, mas amassem o próximo como a si mesmas, a maioria dos problemas seria resolvida muito rapidamente. Significaria felicidade para todas as famílias e haveria paz entre as nações e o fim de todas as lutas na sociedade. O que precisa mudar não são as condições de vida, mas as próprias pessoas. A renovação necessária deve começar na base, no coração do homem. Ninguém deve imaginar que a culpa seja do coração do vizinho, do chefe, do cônjuge ou dos filhos. A necessidade primária é uma mudança no próprio coração. Seria uma ilusão acreditar que o dano é tão leve que com algum esforço poderíamos fazer os “reparos” necessários. A essência do homem, sua vontade, seus pensamentos e sentimentos - tudo sucumbiu à influência fatal do pecado. Melhorar ou reparar é inútil; o único que ajudará é um novo começo, uma vida de uma qualidade completamente diferente. E isso é exatamente o que Deus oferece a todos. Para esse propósito, Ele enviou Seu Filho Jesus Cristo, para morrer na cruz e resolver a questão do pecado e da culpa, que é o obstáculo entre o homem e o santo Deus. Todo aquele que crê em Cristo e em Sua obra expiatória obtém a vida eterna de Deus, uma vida que corresponde à natureza santa de Deus e que é capaz de amar a Deus e ao próximo.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 10:1-11 · Lucas 4:14-30

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Quinta-Feira, 15 De Janeiro

 Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e… vi… um semelhante ao Filho do homem. (Apocalipse 1:10‑13)

“No dia do Senhor”


O apóstolo João, já bem idoso, estava no exílio, só, na ilha de Patmos. Ele havia renunciado muitas coisas por amor ao Senhor Jesus, mas tinha uma alegria especial: cada nova semana trazia um dia que pertencia ao Senhor. Era o dia do Senhor, o domingo, que inicia a semana.

Nesse dia ele O viu “no Espírito”: o Senhor ocupou todos os pensamentos de João. Ele lhe deu uma mensagem para sete igrejas. Mas antes de dizer o que deveria ser escrito, o Senhor Se apresentou ao apóstolo. João viu “um semelhante ao Filho do homem”, Jesus Cristo, no papel de Juiz. Ele jamais O tinha visto assim antes, e ficou profundamente impressionado. “E eu, quando vi, caí a seus pés como morto” (v. 17).

Como você costuma passar seus domingos? O domingo é realmente o dia do Senhor para você, onde Ele recebe nossa adoração, quando ouvimos o que Ele tem a nos dizer por meio de Sua Palavra? Será que Lhe damos a oportunidade de encher nossos pensamentos? No domingo, por ser um dia de descanso, temos mais tempo para desfrutar do nosso amado Senhor Jesus. Só não podemos esquecer que o Senhor é Senhor do domingo, do sábado, da segunda-feira… enfim, de todos os dias e de todas as horas. “Porque nele foram criadas todas as coisas... Tudo foi criado por ele e para ele” (Colossenses 1:16). Por isso, Ele tem de ter a primazia em nossa vida diária.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 9:17-35 · Lucas 4:1-13

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Quarta-Feira, 14 De Janeiro

 Mulher virtuosa, quem a achará? A mulher que teme ao Senhor, essa será louvada (Provérbios 31:10, 30)

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE PROVÉRBIOS (Leia Provérbios 31:10‑31)


Este retrato maravilhoso da mulher virtuosa nos mostra como a Sabedoria (a própria vida de Cristo) pode e deve ser posta em prática em todos os detalhes da vida familiar. Jovens cristãs, que o Senhor lhes dê o desejo de agradá-Lo assemelhando-se a esta mulher: valente, honesta e corajosa (todos os aspectos da virtuosidade). O que então a caracteriza? Ela é ativa, feliz, enérgica, bondosa, gentil e sábia. Sua esfera de atuação é o lar (veja Tito 2:4‑5); a força e a dignidade são seu adorno (vv. 17, 25; 1 Pedro 3:3‑6); seu objetivo é honrar o marido, o objeto de sua alegre devoção (v. 23), e produzir fruto para ele (v. 16). Por último, seu segredo, o qual só é revelado no versículo 30, é que ela teme ao Senhor. Verdadeiramente “quem achará” uma esposa perfeita como essa? Provérbios 19:14 nos diz que a esposa sábia vem do Senhor. Jovens, não coloquem a confiança de vocês em julgamentos apressados nem em aparências. “Enganosa é a graça” (v. 30), e muitos têm sido enganados por ela. A beleza passageira de um rosto está longe de ser o reflexo das verdadeiras qualidades de um cristão. Ao finalizarmos o livro de Provérbios, não nos esqueçamos da exortação presente no capítulo 4:23: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração”, pois ele pertence em primeiro lugar ao Senhor.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 9:1-16 · Lucas 3:23-38

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Terça-Feira, 13 De Janeiro

 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (Romanos 8:38‑39)

SEGURANÇA DA SALVAÇÃO


O evangelista Donald Ross contou uma experiência particular sua: “Quando eu já estava salvo há muitos anos, alguém certa vez me perguntou: ‘Sr. Ross, o senhor nunca duvidou da sua salvação? Nunca temeu estar errado em acreditar que está salvo para a eternidade?’. Foi notável que ele me fez essa pergunta naquele momento. A caminho de uma reunião onde eu pregaria o evangelho, parecia que uma voz estava me dizendo: ‘Donald Ross, que hipócrita você é! Você não está salvo de maneira nenhuma!’. Chocado até os ossos, eu me perguntei: ‘Isso pode realmente ser verdade?

Depois de ter pregado Cristo a outros por anos, será que nem mesmo sou salvo?’. Mas então pude dizer: ‘Senhor, eu te agradeço. Sou verdadeiramente redimido, pois Tu morreste na cruz pelos hipócritas. Tu recebes a todos como eles são’”. Naquele momento, a nuvem de dúvida desapareceu. Ross reconheceu que tais perguntas, cheias de dúvidas, foram motivadas pelo desejo do diabo de fazer com que se sentisse inseguro. Essas dúvidas nunca vieram de Deus. Essa experiência deve encorajar todos os que confessaram a culpa de sua vida sinceramente a Deus, mas ainda lutam com dúvidas quanto à sua fé. O versículo de hoje não poderia ser mais claro; tem sido uma ajuda para muitos e lhes deu segurança quanto à salvação.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 8:21-28 · Lucas 3:15-22

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Segunda-Feira, 12 de Janeiro

 "Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus." (1 João 4.2)

O estudo diligente da Palavra de Deus, e, assim, também da Palavra profética, é de suma importância para nossa vida interior. Pedro diz que devemos estar atentos até que "...a estrela da alva nasça em vossos corações", e assim ele fala da vinda do Senhor. Mas a porta para a Palavra de Deus somente pode ser aberta com um estudo cuidadoso. As Sagradas Escrituras exigem pesquisa e esforço. Elas contém o selo de pureza divino. Quem tem a coragem de tratá-las com desdém ou desprezo? Quem despreza as Escrituras despreza a Deus, que mandou escrevê-las pela inspiração do Espírito Santo! Que o Senhor nos livre de nos afastarmos indiferentemente da Sua Palavra! Crescemos no muito estudo das Sagradas Escrituras e na quietude. A Bíblia está repleta de surpresas! Estou consciente de que é justamente a pressa de viver da nossa época que quer nos afastar do estudo da Palavra de Deus. Por isso insisto: estude as Escrituras, e assim o mistério da vitória de Jesus Cristo lhe será revelado em muito maior medida! Já Davi reconhecia a necessidade da pesquisa nas Escrituras, pois disse: "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti."

Wim Malgo

domingo, 11 de janeiro de 2026

Domingo, 11 de Janeiro

 A idolatria pode ser evidente ou sutil, dependendo da cultura e do contexto. Contudo, a Bíblia afirma que o ser humano é idólatra.

Gostaria de, mais uma vez, escrever sobre a experiência que minha esposa e eu tivemos durante nossa estadia na Tailândia. 

Em um dos passeios que fizemos, fomos até a ilha de Ko Samet. A ilha é um parque nacional e intensamente explorada pelo turismo devido às suas praias belíssimas. Já tínhamos visto fotos e a expectativa era grande de experimentarmos as belezas do local. 

Para chegar lá, tivemos de fazer uma travessia de 40 minutos em uma balsa. Tudo era novidade e a vista era impressionante, a começar pela transparência impressionante da água.

Logo ao chegarmos no cais, no entanto, em meio a toda a beleza, fui surpreendido por uma imagem de mais de dez metros de um ser que parecia com uma sereia, mas tinha um rosto assustador. Não só seu semblante era de raiva, mas tinha presas que saíam de sua boca. Pelo que entendi, trata-se de Phisuea Samut, uma ogra do mar, personagem de um poema mitológico tailandês que se apaixona por um príncipe, o herói da história. Transformando-se em uma linda mulher, ela seduz o herói e se casa com ele. Na história, ele finalmente descobre quem ela é e foge da ilha.

Embora seja uma referência literária, exemplifica a presença de mitos e seres mágicos na cultura e também da profusão de ídolos e estátuas. Praticamente todo local (comércio, escolas, instituições e mesmo lares) tem um espaço dedicado aos espíritos locais. Nestes são colocadas oferendas e dádivas para agradar os espíritos e manter a harmonia – e, claro, em muitos casos tal gesto é visto mais como uma questão de respeito e tradição, não adoração.

Todo cristão minimamente instruído já foi alertado do pecado da idolatria. Conhecemos o texto de Êxodo 20.3-5:

“Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados dos pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem meus mandamentos.”

Achei muito fácil ver esses símbolos como uma forma de idolatria. As estátuas, as oferendas, o incenso e as dádivas geraram um certo incômodo em mim. A idolatria evidente é muito fácil de identificar e denunciar.

No entanto, logo fui levado a refletir o quanto isso também ocorre em nosso país. Não só nos cultos e sacrifícios oferecidos em tantas esquinas de nossas cidades, mas de forma mais sutil, mas não menos importante, no coração de nosso povo. Somos um povo idólatra tanto na prática como no coração. De forma mais profunda, todo ser humano é idólatra.

O famoso teólogo João Calvino escreveu “O coração humano e uma fábrica de ídolos”. É provável que ele tenha escrito isso usando como referência a passagem de Romanos 1.22-23: “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis”.

Quando o homem rejeita o Deus verdadeiro, fatalmente cairá na idolatria.

Quando o homem rejeita o Deus verdadeiro, revelado pela criação (Romanos 1.19-21), fatalmente cairá na idolatria. Como somos essencialmente idólatras, vamos transformar algo em nosso deus. E o pior é que será um deus à nossa imagem e semelhança. Em outras palavras, uma vez que o homem rejeita a Deus, ele cria um deus que concorde com ele e com suas preferências.

Na Tailândia vimos sinais muito evidentes desta idolatria. No Brasil, mesmo que a idolatria não seja tão evidente, basta olhar um pouco abaixo da superfície para identificar o quanto as pessoas substituem o verdadeiro Deus por dinheiro, poder, popularidade, fama, sensualidade, prazer e assim por diante.

Minha oração é que, seja diante da grotesca imagem de Phisuea Samut, seja diante de oferendas nas esquinas de nossas cidades, ou seja diante dos desvios morais tão evidentes em nossa cultura, nosso coração sinta um incômodo que o leve a glorificar a Deus tanto em palavras como em ações.

  • Daniel Lima (D.Min., Fuller Theological Seminary) serviu como pastor em igrejas locais por mais de 25 anos. Também formado em psicologia com mestrado em educação cristã, Daniel foi diretor acadêmico do Seminário Bíblico Palavra da Vida (SBPV) por cinco anos. É autor, preletor e tem exercido um ministério na formação e mentoreamento de pastores. Casado

sábado, 10 de janeiro de 2026

Sábado, 10 de Janeiro

 "Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." (1 João 1.7)

Quando chegamos à presença da luz, tudo se torna claro. A verdade se manifesta, embora isso seja doloroso. Mas, nessa mesma proporção, nosso interior é purificado pelo sangue de Jesus, de acordo com a citação acima. O grande problema de inúmeras pessoas, não só de pessoas descrentes, mas também de cristãos, consiste em suas tentativas de se apresentarem bem. Isso abrange a vida profissional. Cada um tenta se apresentar da maneira mais favorável possível. Mas se você tenta se embelezar ou melhorar o seu interior por si mesmo, você se afasta da presença de Deus. Os complexos psicológicos e os obscuros sentimentos de impotência e inferioridade vêm porque você ainda tenta se apresentar diante de Deus com uma aparência melhor do que é na realidade, por lhe faltar um sadio conhecimento de si mesmo. Mas o Senhor rejeita essa tentativa fajuta de renovação. O rompimento das barreiras para uma vida verdadeiramente nova só se torna realidade se você estiver disposto a se despir totalmente de sua velha vida, identificando-se de maneira completa com a morte do Senhor Jesus.

Wim Malgo

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Sexta-Feira, 09 De Janeiro

 Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei. (1 Samuel 15:23)

A OBSTINAÇÃO


Podemos muito bem considerar esta afirmação extremamente dura. Mas foi Deus quem falou assim. Em Seu nome, o profeta Samuel teve que admoestar o rei Saul com essas palavras graves. Saul, que agira contra a vontade de Deus, também achou isso um julgamento difícil e com um superficial: “Rogo-te, perdoa o meu pecado” (v. 25) pensou que poderia deixar o passado para trás. Mas Deus o rejeitou como rei de Israel.

Todos nós estamos inclinados a aplicar nosso próprio padrão para julgar nossos pecados. Falamos de pecados graves e menos graves, negligenciando os direitos e reivindicações de Deus. Por pecados graves entendemos tudo o que é mau e repulsivo, enquanto pecados menos repulsivos dificilmente ofendem nosso senso de moralidade e decência. Deus, entretanto, considera o pano de fundo e o motivo da nossa ação. Também qualquer relutância em se abster de pecados menores é em si um pecado grave. Isso é expresso no versículo de hoje. Deus está ciente do motivo por trás de nossa ação. Se enfrentarmos a Deus com nossa obstinação, então é pecado. É claro que existem grandes diferenças na medida da culpa e no caráter dos pecados. Se houver pecados brutais que nunca cometemos, devemos agradecer a Deus sinceramente. O ponto essencial em nosso relacionamento com Deus é se perguntamos acerca da Sua vontade ou não. Nascer de novo pela fé no Redentor Jesus Cristo nos permitirá fazer a vontade de Deus e receber Sua aprovação.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 6:9-30 · Lucas 2:21-35

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Quinta-Feira, 8 de Janeiro

 "Fortalecei as mãos frouxas, e firmai os joelhos vacilantes. Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus." (Isaías 35.3-4)

Esta é uma promessa bem concreta para aqueles que estão interiormente cansados: "Eis o vosso Deus"! Em geral, o cansaço físico é logo superado, ao passo que o cansaço interior muitas vezes é extremamente traiçoeiro. Lemos na Bíblia, em Jeremias: "Porque satisfiz à alma cansada, e saciei a toda alma desfalecida." Essa promessa pode se cumprir agora em nosso coração. Por que o afirmamos com tanta convicção? Porque Deus quer cumprir a Sua promessa. Sempre devemos ter em mente o que Deus quer e o que Ele não quer. Ele não somente quer dar descanso às almas cansadas, mas Ele realmente o faz! Não há limites para o poder do nosso Deus. Como nos diz claramente Isaías 40.28: "Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento." Aquele que tem comunhão com o Deus vivo por meio de Jesus Cristo está ligado a uma fonte de poder inesgotável.

Wim Malgo

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Quarta-Feira, 7 de Janeiro

 "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus." (1 Tessalonicenses 4.16)

Há muito tempo clamamos ansiosos, como Igreja de Jesus, unidos no Espírito Santo: "Vem, sim, vem logo, Senhor Jesus", e nos perguntamos: "Senhor, por que Tu ainda esperas?" Permita-me, querido leitor, que lhe diga com grande convicção: o silêncio de Deus na história da salvação nos promete que muito mais depressa Ele aparecerá nas nuvens a fim de nos buscar. Tenha bom ânimo, pois, mesmo quando se cala, Deus está presente e ouve o nosso clamor. Ele espera até que a nossa fé esteja plenamente desenvolvida. Então você clamará e Ele lhe responderá: "Eis que estou aqui". Assim as nuvens escuras da tentação serão enxotadas pelo sol da graça transbordante de Jesus. Por isso insisto: não desista de buscar a Deus, caso você ainda não tenha obtido resposta de certas perguntas que o deixam ansioso. Agarre-se mais a Ele, e persista em esperar n'Ele, pois a esperança dos justos se transformará em alegria! Jesus responde ao nosso clamor! Sim, Jesus em breve virá!

Wim Malgo

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Terça-Feira, 6 de Janeiro

 "Ele, porém, não lhe respondeu palavra." (Mateus 15.23)

Pelas Escrituras sabemos com que intensidade aquela mulher clamou ao Senhor por sua filha muito enferma e sofrida – e Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Já nos encontramos há alguns dias no novo ano, mas o clamor em nossa alma ainda não silenciou, o clamor por ajuda palpável, concreta. Parece que o Senhor não responde de nenhuma maneira. Como seria bom você receber consolo exatamente através destas linhas, você que já espera há tanto tempo!

Por que o Senhor não atendeu imediatamente o pedido daquela mulher cananéia que tinha uma fé tão grande? Não parece duro ou incompreensível que: "Ele, porém, não lhe respondeu palavra"? Será que a sua oração não foi correta? O seu pedido não era urgente? Todas essas perguntas o próprio Jesus respondeu ao dizer: "" mulher, grande é a tua fé!" Mas, num primeiro momento, Ele não lhe respondeu palavra alguma. Este é o modo do Senhor agir. Depois de Seu silêncio, Ele nos deixa experimentar poderosamente Sua ajuda maravilhosa! O incompreensível silêncio do Senhor nos atinge grandemente em tempos de sofrimento. Por que Deus se cala? Por que Ele deseja que a nossa fé se firme cada vez mais! Mas não vai mais demorar muito o momento em que o Senhor deixará de se calar para você, respondendo como está escrito em Zacarias 1.13: "...com palavras boas, palavras consoladoras."

Wim Malgo

 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Segunda-Feira, 5 de Janeiro

 "...No qual os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas." (2 Pedro 3.10)

Quantas mudanças presenciamos no ano que passou! Sem dúvida! As pessoas mudam. Bons amigos se transformam em inimigos; pessoas sãs adoecem e morrem; as catástrofes da natureza se multiplicam; o clima se modifica; o mundo muda e passa, e nada permanece como era. A Palavra de Deus diz: "...eles perecerão; tu, porém, permaneces; sim, todos eles envelhecerão qual vestido... tu, porém, és o mesmo e os teus anos jamais terão fim." Aproximamo-nos de um grande e terrível juízo. Feliz daquele que estiver salvo da ira vindoura, abrigado na rocha eterna e imutável que é Jesus Cristo. Ele diz: "...porque eu vivo, vós também vivereis." Mesmo que tudo passe – Ele não passa, Ele permanece, e nós permaneceremos com Ele, pois Jesus diz: "...ninguém [os] arrebatará da minha mão." "[Nada] poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." "Jesus Cristo ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre."

Wim Malgo

domingo, 4 de janeiro de 2026

Domingo, 04 De Janeiro

 Morava, pois, Mefibosete em Jerusalém, porquanto sempre comia à mesa do rei, e era coxo de ambos os pés. (2 Samuel 9:13)

MEFIBOSETE


A história de Mefibosete é uma bela ilustração dos efeitos que a graça de Deus pode ter na vida de uma pessoa. Seu avô era o rei Saul, que perseguira Davi de forma feroz. Mefibosete tinha ficado coxo em decorrência de um acidente quando criança. Agora Davi tinha se tornado rei, como Deus já planejava há muito tempo. Mefibosete não tinha qualquer direito ao trono, mas, mesmo que quisesse, nem teria condições físicas para reivindicá-lo. Davi manda chamá-lo, porque quer beneficiá-lo por causa de Jônatas, o pai de Mefibosete, e dá-lhe um lugar à sua mesa, como se fosse um de seus próprios filhos. A posição anterior de Mefibosete ilustra a situação do pecador que está longe de Deus e não tem forças para se aproximar do Senhor. Todos nós éramos assim antes da nossa conversão. Mas então a graça de Deus nos chamou para Si. E, por amor ao Senhor Jesus, Deus perdoou nossos pecados. Mas não só isso – Deus quer que tenhamos comunhão com Ele: “e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo” (1 João 1:3). Para Deus, não basta nos salvar da condenação eterna; Ele nos dá a posição de filhos. Como tais, podemos chamá-Lo de Pai, tendo um relacionamento íntimo com Ele. Agora Mefibosete morava na cidade de Davi, e todos os dias comia à mesa do rei. Mas ele continua coxo dos pés. Isso nos lembra que, embora nós tenhamos agora essa maravilhosa comunhão com Deus e nosso Senhor, continuamos sem ter força própria. Nossa nova posição deve-se apenas à Sua graça, e só ela e uma vida em dependência d'Ele garantem que continuaremos na alegria dessa comunhão.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 3:7-22 · Lucas 1:39-56

sábado, 3 de janeiro de 2026

Sábado, 03 De Janeiro

 E, vendo [Jesus] as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. (Mateus 9:36)

SOFRIMENTO DESCONHECIDO


Johannes Busch (1905‑1956, irmão do pregador Wilhelm Busch) relata a seguinte experiência da guerra: “Os soldados voltavam para os alojamentos, e por toda parte viam-se rostos sorridentes, pois havia chegado correspondência de casa. Apenas um deles recolheu-se em um canto e chorava desesperadamente. Finalmente descobriram o motivo: sua única filha tinha falecido. Um de nós perguntou-lhe: ‘Fazia tempo que ela estava doente?’. Ele contou: ‘Há oito semanas já temíamos por sua vida...’”. Então Johannes Busch comenta: “Já fazia oito semanas que um de nossos companheiros carregava esse enorme peso no coração. Nenhum de nós percebeu, e ninguém lhe disse uma palavra de consolo diante de tão grande preocupação! Consegue imaginar o quanto isso de repente me deixou arrasado?”. Será que isso continua assim hoje em dia? Que meu irmão, minha irmã, um de meus filhos ou até meu cônjuge lute com um problema, um peso – e eu não percebo nada? Ou só descubro quando já é quase tarde demais? Em sua época, o Senhor Jesus viajava pelas cidades e aldeias. Via as pessoas e percebia suas preocupações e seus problemas não resolvidos. E sentia-Se profundamente comovido com isso, e cuidava delas. O Senhor disse: “Aprendei de mim”, e: “Vinde após mim” (Mateus 11:29; 4:19). Por isso, quero pedir-Lhe que me dê olhos que vejam e empatizem; um coração que se compadeça e interceda, cheio de compaixão; palavras de graça e amor como só Ele pode dar; confiança que abre os corações e estabelece uma ligação com eles; e sabedoria para aconselhar e ajudar – ou, se necessário, também silenciar.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 2:16-3:6 · Lucas 1:26-38

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Sexta-Feira, 2 de Janeiro

 "...E quem não toma a sua cruz, e vem após mim, não é digno de mim." (Mateus 10.38)

Que sofrimentos nos trará este ano? A pessoa que mais sofreu é a que menos fala do assunto. Ela reconhece com alegria que os sofrimentos para um filho de Deus não são nada mais que a amorosa mão do Pai – Sua mão que suavemente nos liberta de todas as coisas temporais e passageiras, e que, exatamente através do sofrimento, nos deixa tomar parte em uma glória eterna e indescritível! Por isso, se neste novo ano você vier a sofrer, então levante seus olhos para Jesus, que já trilhou este caminho e através dele alcançou glória tanto maior.

Os sofrimentos e a humilhação de Jesus foram muito profundos, mas a Sua glorificação foi muito maior: "...os sofrimentos referentes a Cristo, e...as glórias que os seguiriam." A maioria dos crentes teme os sofrimentos de Cristo (2 Coríntios 1.5-7), e tenta evitá-los. Mas, se um dia você desejar entrar com alegria na gloriosa presença de Deus, decida-se hoje diante da face de Deus a seguir o "Cordeiro por onde quer que vá". Romanos 8.17 se cumprirá em sua vida: "...somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo: se com ele sofrermos, para que também com ele sejamos glorificados".

Wim Malgo

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Quinta-Feira, 01 De Janeiro

 Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que o dia trará. (Provérbios 27:1)

O que nos reserva o amanhã?


Hoje, muitas pessoas se perguntam: “O que este ano reserva para mim?”. Essa questão é relevante no primeiro dia do ano, visto que os acontecimentos são sempre anotados no ano em que eles acontecem, quer sejam puramente pessoais ou de importância histórica. As circunstâncias da vida nos trazem dor e alegria. A maioria de nós gostaria de saber quais situações felizes nos esperam e também faria de tudo o que estivesse ao alcance para evitar as tristes. Estamos preparados para admitir que Deus tem as chaves de nossa vida? Ou atribuímos tudo ao acaso? Será que acreditamos ser os mestres de nosso destino? Todos os que acham que controlam sua vida têm de reconhecer que as doenças graves ou as tragédias provam que essa é uma crença errada. Ambas alteram radicalmente o curso que traçamos para nós.

O rei Ezequias ficou seriamente doente, mas quando se recuperou, reconheceu que Deus havia intervindo para o abençoar: “Eis que, para minha paz, eu estive em grande amargura; tu, porém, tão amorosamente abraçaste a minha alma, que não caiu na cova da corrupção, porque lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados” (Isaías 38:17). Desejamos aconselhar nossos queridos leitores a começar este ano colocando suas vidas nas mãos de Deus e buscando Sua vontade por meio da leitura da Bíblia. Ele não falhará em responder. O Senhor mostrará o caminho da salvação e da bênção: Seu Filho, Jesus Cristo. Ele pode nos dar a paz de espírito que necessitamos para enfrentar as dificuldades da vida. Como Ezequias, devemos perceber que elas são instrumentos para fortalecer nossa confiança n'Ele.

Leitura diária da Bíblia: Êxodo 1:1-22 · Lucas 1:1-12

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Quarta-Feira, 31 de Dezembro

 Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. (Mateus 11:27)

As sete vezes “Eu sou”


Jesus Cristo veio ao mundo para nos levar ao Pai. Por meio de sete ilustrações muito simples Ele nos revelou quem é.

“Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome… se alguém comer deste pão, viverá para sempre” (João 6:35,51). Encontramos aqui satisfação. “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12). Com Ele há luz e verdade.

“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” (João 10:9). Por meio d'Ele é possível entrar no reino de Deus. “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas… Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido” (João 10:11,14). Os que pertencem a Ele têm perfeita segurança.

“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25). Como Vitorioso sobre a morte, Ele dá vida: vida eterna.

“Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Ele é o único meio de acesso a Deus, o Pai.

“Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto” (João 15:5). Um íntimo relacionamento com o Senhor Jesus resulta em uma vida que produz muito fruto para Ele.

Leitura diária da Bíblia: 2 Crônicas 36:11-23 · Apocalipse 22:8-21

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